26 agosto 2016

Quarenta e Cinco Dias com Dor de Cabeça

      Há uma semana trouxe para o canal um vídeo sobre um exame de fertilidade que eu fiz após 45 dias de dor de cabeça, mas não contei como fiz para eliminar a dor por ter sido em profissionais diferentes. Fui em um fisioterapeuta especializado em osteopatia e descobri que a dor de cabeça vinha de um problema no estômago! Entenda melhor no vídeo abaixo:



O que é osteopatia?
     A Osteopatia é considerada uma das disciplinas da medicina alternativa, ou terapêutica não convencional. Osteopatia é um sistema autônomo de cuidados de saúde primário, que se baseia no diagnóstico diferencial, bem como no tratamento de várias disfunções e prevenção da saúde, sem o auxílio de fármacos ou cirurgia. Os tratamentos usam uma abordagem holística da saúde, considerando que a capacidade de recuperação do corpo pode ser aumentada pela estimulação das articulações. (Fonte: Instituto Docusse de Osteopatia e Terapia Manual)

Onde eu consultei?
      Na Oficina Viver, em Rio Grande. 

24 agosto 2016

Lookbook Pessoal Offline

23 agosto 2016

Louca



Minha namorada não gostava que eu esburacasse a manteiga no café da manhã. O jeito certo, para ela, era raspar sempre uma fina camada do topo, para que ficasse fácil consumir o restante e deixar uma aparência agradável. Manteiga era coisa séria! Esquecer da regra e perfurar a barrinha amarela resultava em bronca certa e cara feia.

Eu achava que ela era louca por isso. Por que implicar com a manteiga?

Por outro lado, não me achava louco quando exigia veementemente que todos os ícones da área de trabalho do computador fossem agrupados em pastas. Nunca me achava doido por me incomodar de ter refrigerante servido em caneca de porcelana. Também não me achava louco quando brigava pelas facas estarem misturadas aos garfos nas gavetas.

Certa vez, fiz questão de acompanhar uma amiga em uma exposição, quando então minha namorada disse estar com ciúmes da situação. Não havia motivo, pensei, pois eu sou uma pessoa honesta e, afinal, era apenas minha amiga. Ao retornar do evento, ela estava bastante chateada, o que durou cerca de uma semana.

Eu achava que ela era louca por isso. Por que implicar com minha amiga?

Por outro lado, não me achava louco quando não queria que ela fosse ver os amigos da faculdade sozinha. Nunca me achava doido quando ligava só para saber se ela estava mesmo onde havia dito que iria. Também não era louco quando entrava em seu perfil pessoal para encrencar com as mensagens que ela recebia no mural.

A contradição é óbvia, mas se repete todos os dias. Ao invés de entendê-las como pessoas normais em sua complexidade de sentimentos, variações humor, emoções e dilemas pessoais, nós homens nos limitamos a rotulá-las repetidamente como loucas.

Mulher com ciúme? – É louca!

Mulher irritada? – Deixe de ser louca!

Mulher com manias? – Louca!

Mulher emotiva? – Louca!

Mulher insegura? – Loucura, mulherzisse!

Foi assim que aprendemos em casa, na TV, nos filmes, nos livros e até nos videogames: que uma mulher só não é louca se confiar plenamente em nós, fizer todas as nossas vontades e aceitar todos os nossos desaforos.

Todos nós acreditamos um dia que as mulheres eram frágeis e precisavam de um homem para as proteger e cuidar. Acreditando nisso, nós as tratamos assim, como cavaleiros protegendo donzelas, só para depois descobrir que elas não estavam felizes de estarem em uma relação onde eram tratadas como inferiores e dependentes. E então, novamente, as achamos loucas.

Chamamos tanto as mulheres de loucas que muitas se convencem disso. E usamos isso contra elas. Quando dizemos que elas são loucas, estamos fazendo muito mais do que ofendê-las, nós estamos tirando sua voz: com louco não se discute.

Amadurecer foi mais do que perceber que se esburacar a manteiga a incomodava, então seria gentil da minha parte me esforçar para evitar. Foi mais do que aprender que ignorar aquilo que incomoda os outros é rude e demonstra desprezo.

Foi mais do que perceber que os ciúmes dela não eram sobre mim, sobre minha amiga ou sobre meu caráter, mas sim sobre seus próprios sentimentos e necessidades que eu não buscava compreender.

Amadurecer foi mais do que perceber que as mulheres não são frágeis e não precisam que eu as proteja.

O amadurecimento foi perceber que ela nunca foi louca.

Quem estava louco era eu.

Autor: Diego Quinteiro 

22 agosto 2016

Cantinho da Lidi e da Bela - Fotos gestante

Eu sei que eu tinha dito que o próximo post seria sobre a mala da maternidade, mas não vou conseguir esperar mais uma semana pra mostrar pra vocês as minhas fotos de gestante!!!

Durante toda a gestação eu não pensava em fazer fotos grávida, mostrando a barriga, em um parque da cidade, como se faz de costume. Não gostava muito desse tipo de fotos, gostava de algumas, mas não era algo que eu queria muito pra mim, entendem?! Mas comecei a pesquisar algumas fotos na internet e fiz uma seleção de várias que eu gostei e a maioria delas era feita em casa, mesmo. 
Então, pedi pra uma amiga super especial e que eu sei que é ótima fotógrafa pra realizar essas fotos comigo e meu marido no meu apartamento.
O resultado foi melhor do que eu esperava, vou dizer pra vocês. Eu simplesmente amei TODAS as fotos, amei muito!!!

E a minha fotógrafa vocês já conhecem muito bem. Tanara, minha querida, obrigada pelo ensaio lindo e por me dar este espaço especial no teu blog. 

Espero que vocês gostem das fotos tanto quanto eu!


Fiquei muito feliz em ter feito as fotos, vou guardar com muito carinho pra mostrar todas elas pra Bela!
E vocês, o que acharam?

Beijocas,
Lidi e Bela